Desafio vai premiar ideias inovadoras para a produção da borracha

Desde que a borracha começou a ser produzida no Brasil, ainda no século XVIII, ocorreram diversos avanços no cultivo da seringueira e também na comercialização e utilização do produto. Por causa da borracha, foi criada a primeira agência do Banco do Brasil e a cidade escolhida foi Manaus, capital do Amazonas, estado pioneiro na atividade.

No início do século XX, o Brasil chegou a exportar 100 mil toneladas do produto.Hoje, o principal produtor mundial é o continente asiático, responsável por 90% do mercado.Porém, o campeão mundial em produtividade é Goianésia, no Vale do São Patrício goiano, com 2.400 toneladas por hectare cultivado.

Apesar desses resultados, a cadeia produtiva da borracha de Goiás e Tocantins está buscando inovações.Ideias para descomplicar, por exemplo, a sangria(extração do latex), e outros processos, até que o produto possa ser vendido e consumido.

Projetos inovadores no setor serão premiados pelo Desafio de Inovação da Borracha(DIB), iniciativa do Centro de Empreendedorismo e Incubação (CEI)da UFG e da Aprob – GO, a Associação que representa os produtores de borracha natural em Goiás e Tocantins.

O desafio, lançado nesta terça-feira(18), vai distribuir um total de vinte mil reais entre os três melhores classificados, em duas categorias: estudantes do ensino técnico, graduação e pós graduação de Goiás, Tocantins e Distrito Federal, e trabalhadores envolvidos com a cadeia produtiva da borracha.

Os participantes poderão formar grupo de duas a cinco pessoas, que receberão treinamentos e mentorias. Haverá também visita técnica e um encontro de imersão para afunilar as propostas.

Serão três meses de atividades, passando por inscrição, conhecimento de problemas, aprimoramento da inovação e banca de avaliação.

Para se informar sobre o DIB, acesse (facebook.com/dib.ufg), instagram (@dibufg).As inscrições podem ser feitas no link-> bit.do/desafioborracha.

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